sábado, 31 de outubro de 2009

HIST DO VESTUÁRIO




VESTUÁRIO NA IDADE MÉDIA


A Idade Média começou com a queda do Império Romano

do Ocidente,no fim do século V, e durou até o século XV.

Durante a Idade Média,a Europa ocidental se desenvolveu in-

de pendentemente do chamado Império Romano do Oriente,

ou Bizantino. O Império Bizantino: as classes

dominante vestiam túnicas e mantos enfeitados.

Alguns tecidos eram feitos com fios de ouro

e certas roupas eram enfeitadas com

pedras preciosas e pérolas.

Os pobres vestiam túnicas simples e blusas.

A Europa Ocidental: no início da Idade Média,

os celtas da Galiléia e da Bretanha adotaram a

túnica romana.

Depois, a moda bizantina começou a influir cada vez

mais no vestuário da Europa ocidental.

As classes dominantes começaram a usar roupas

mais ornamentadas.

No início as roupas eram feiras em casa.

As famílias criavam ovelhas e cultivavam o linho.

Quando as cidades começaram a crescer, surgiram

lojas especializadas, dirigidas por tecelões, alfaiates,

remendões e outros artesões que faziam roupas.

No século XII, esses artesões se organizaram em

corporações chamadas guildas.

Mais tarde, as túnicas soltas começaram a ser

substituídas

por roupas ajustadas ao corpo. As mulheres começaram

a usar vestidos compridos, e justos no busto.

Os homens vestiam calções soltos debaixo da túnica,

além de vários

tipos de coberturas para as pernas. Nos séculos XII e XIII,

as mulheres punham redes nos cabelos, usavam véus e

panos para cobrir o pescoço, como algumas ordens de

religiosas usam até hoje. Os homens usavam na cabeça

capuzes com pontas compridas. Tanto homens quanto

mulheres vestiam uma sobreveste copiada dos trajes

dos cruzados.

Durante o século XIV, as roupas das classes dominantes
ganharam muitos enfeites e acessórios, como botões
e cintos ornamentados com pedrarias. Os tecidos
variavam de acordo com a classe social.
Os muito ricos vestiam seda e enfeitavam suas
roupas com peles valiosas. A maioria das pessoas
vestiam roupas de lã e linho. Já as pessoas mais
humildes vestiam-se com roupas feitas de pele de
cabra carneiro ou lobo.

VESTUÁRIO NOS SÉCULOS XIV e XVI

O renascimento começou na Itália por volta do século

XIV e se espalhou pela Europa durante os séculos XV

e XVI. As cidades se desenvolveram e enriqueceram.

O número de artesões e comerciantes aumentou

rapidamente.

Houve a queda do Império Bizantino, e a Europa

ocidental passou à liderança da moda.

O vestuário foi-se complicando cada vez mais.

As mulheres usavam chapéus cônicos e altos chamados

hennins. Alguns tinham véu.

Os homens usavam meias compridas que se foram

transformando

em calças justas. Usavam muitos tipos de chapéus,

inclusive

um turbante drapeado chamado chaperon.

Também calçavam

sapatos pontudos chamados poulaines.

Em alguns, as pontas tinham mais de 15cm.

No início do século XVI, os homens vestiam-se com muitas

roupas sobrepostas, algumas delas com um enchimento

pesado.

Usavam camisas de linho, sobre as quais vestiam um

casaco justo chamado gibão. Sobre o gibão usavam

uma jaqueta, prolongada em uma saia que descia até o

quadril. Uma capa sobre o joelho, com mangas largas,

vinha sobre a jaqueta. Os homens também usavam

calções curtos e brifantes, costurados a meias justas.

As roupas femininas eram cortadas e costuradas para

ficarem justas acima da cintura. Durante a primeira

metade do século XVI, as mulheres usaram vestidos

com decotes quadrados e baixos, e saias rodadas

sobre anáguas.

Os trajes masculinos e femininos tinham fendas para

mostrar a vestimenta de baixo. No fim do século XVI,

a moda formal e rígida da Espanha se espalhou pela

Europa.

Os homens vestiam calções justos até os joelhos.

O gibão modificou-se, ganhando um saliência em ponta sobre

o ventre. As saias rodadas das mulheres eram armadas com

crinolinas rígidas.

Algumas crinolinas tinham armações de madeira,

arame ou barbana.

Homens e mulheres usavam golas de pregas engoma-

das chamadas rufos.

VESTUÁRIO NO SÉCULO XVII

A França assumiu a liderança da moda. Os homens substi-

tuíram seus gibões por coletes, usados sob casacos

que desciam até os joelhos. A moda dos calções variou

- eram ora largos, ora justos até os joelhos.

As mulheres começaram a usar anáguas

no lugar das crinolinas, e também mangas três-quartos.

Essa última transformação desnudava pela primeira vez

o braço das mulheres, desde a queda do Império Romano,

mais de mil anos antes. As mulheres também passaram

a usar na cabeça

um enfeite alto chamado fontange.

Os homens geralmente calçavam botas. Os chapéus eram

vistosos e enfeitados com plumas, usados sobre cabelos

compridos. Homens e mulheres calçavam sapatos de salto

alto.

Peitilhos de renda e linho substituíram os rufos engomados.

No fim do século os peitilhos deram lugar a gravatas de

renda, de laço frouxo, chamadas jabôs.

As cabeças dos homens forma cobertas por enormes

perucas encaracoladas, que se tornaram moda

depois de 1660.

VESTUÁRIO NO SÉCULO XVII

Os últimos vinte anos do século XVII anteciparam o que

seria a moda do século seguinte, domando pelo grande

prestígio da corte de Versalhes. Na indumentária mascu-

lina, a peruca teve grande importância até a revolução

francesa.

Havia vários tipos delas, entre as quais a dos soldados,

leve e presa com laços na nuca.

Ao longo do século, esse adorno foi reduzido até

ficar limitado a alguns encaracolados do lado do

rosto e a uma trança.

Com Luís XV, os trajes femininos tornaram-se

mais soltos e vaporosos; os vestidos tinham pregas

nas costa que caíam até o chão. O merinaque foi utilizado

para dar volume ao traje feminino, cuja forma variava

consideravelmente. Os componentes básicos eram corpetes

e saias, eventualmente abertas na parte dianteira,

deixando entrever as anáguas, ricamente decoradas.

O corpete podia também ser aberto, mostrando uma peça

de tecido bordada, com laços e rendas.

As mangas chegavam até o cotovelo, muitas vezes

arrematadas com enfeites.

O traje masculino conservou por várias décadas a

estrutura do século anterior. A casaca tornou-se mais

comprida e com mais aberturas e as mangas se estrei-

taram.

Sob a casaca, vestia-se um colete bordado, confeccionado

em tecido diferente.

Os calções chegavam até os joelhos e o traje se completava

com um chapéu de três bicos. A influência britânica trouxe um

tipo de traje masculino mais leve e informal. A simplificação

do vestuário evidenciou o gosto neoclássico.

VESTUÁRIO NO SÉCULO XIX

Os complicados penteados, as perucas empoadas e os

chapéus da época de Luís XVI e de Maria Antonieta

foram abolidos com a revolução francesa. A burguesia

impôs sua moda. Os homens adotaram o estilo dos trajes

de campo ingleses - com chapéu alto, lenço no pescoço

jaqueta com lapelas, colete, calções e botas - e elimina-

ram as casacas bordadas, as rendas e as meias, a partir

de então restritas aos chamados incoyables franceses da

década de 1790, iniciadores do estilo romântico.

As mulheres buscaram a leveza em vestidos de cintura

muito alta, que caíam retos até os pés. Esse estilo foi

chamado "império".

Nos primeiros anos do século XIX, surgiram publicações

impressas ilustradas com vestuário. A expedição de

Napoleão ao Egito trouxe nova moda orientalista para

a França, enquanto o Reino Unido, principal rival dos franceses,

procurava a máxima diferenciação de costumes.

Ao restabelecerem-se as relações amistosas entre os dois países,

as mulheres britânicas adoraram a moda francesa e por sua vez,

os homens franceses se decidiram pelo estilo britânico,

em geral muito bem acabado, devido

à alta qualidade do trabalho dos alfaiates do Reino Unido.

Os dândis ingleses inspiraram a moda européia, com um

vestuário bem cortado, ajustado ao corpo. O traje feminino

exigia o uso de espartilho para afinar a cintura, com saias

e mangas muito largas.

As mulheres cobriam a cabeça com toucas ou capotas

amarradas com laços, e levavam uma pequena bolsa e

um guarda-sol.

A partir de 1837, as rodas exageradas das saias se redu-

ziram e o traje masculino eliminou os excessos a que

havia chagado o modelo dândi. O fraque tornou-se muito

usado, assim como o redingote ou o casaco, mais curto.

As camisas tornaram-se mais lisas, e as gravatas, mais

finas. Popularizaram-se a calça, o

chapéu de copa e grande variedade de casacos

(chesterfield, paletó). A roupa masculina, mais sóbria e menos

colorida, começava a tomar a forma que conserva até a atua-

lidade.

Em meados de século. O traje feminino aumentou de

volume graças a inúmeras anáguas que, por seu peso, dificul-

tava a movimentação. Data dessa época a invenção da crinolina,

armação à base de anéis metálicos flexíveis que substituía

com vantagem as anáguas. A crinolina logo deslocou-se para

trás e se tornou mais leve, o que deu origem a um levantamento

na parte traseira da roupa por meio das anguinhas, que mais

tarde desapareciam, substituídas por um simples pregueado

de tecido e uma calça longa.

Os esportes também exerceram influência sobre o desenho das

roupas, que se adaptaram às necessidades de cada modalidade.

Assim, os trajes para andar de bicicleta, para o tênis ou para

o banho inspiraram a moda quotidiana para homens e mulheres.

Marília Nascimento Espíndola, Maio de 1999

trabalho orientado pela professora Miriam Jaqueline

Instituo Educacional CVE

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

ANIMALS IN FAHION

dossier2
painting_alexander_mcqueen

painting_emu
painting_frog

painting_macaw_parrot



painting_pony


painting_wollymammoth

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

APRENDENDO A DAR NÓ DE GRAVATA


UMA AULA DE COMO DAR UM NÓ DE GRAVATA.

Para conferir a página, clique no link abaixo:
http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo//10163-No-de-gravata.htm

terça-feira, 15 de setembro de 2009

FOTOS Ó PAI Ó- 2009


Ó PAI Ó - SEGUNDA TEMPORADA - 2009


Fizemos em Salvador a filmagem da segunda temporada de Ó pai ó, que estréia em outubro na TV Globo. A Bahia é um lugar curioso, cheio de religiosidade e de uma liberdade que vai na contramão de tudo que as religiões pregam. Acho que o interessante é exatamente a mistura de todos os ritos e povos, onde a cultura afro é predominante. Nosso figurino ficou instalado ao lado de uma igreja cristã, onde são celebradas missas que misturam candomblé com catolicismo. É pura comunhão de cores, raças e sincretismos. Estou selecionando as fotos para postar no meu Flickr-job.
Aguardem a estréia, quando eu souber do dia certo, aviso a todos.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Palhaço Punk - Malu de Bicicleta o Filme





quarta-feira, 3 de junho de 2009

Malu de Bicicleta o Filme

Começo hoje um novo longa-metragem, Malu de Bicicleta adaptacão do livro de Marcelo Rubens Paiva. Será dirigido por Flavio Tambellini. Irei postando fotos e comentários para registrar este projeto.....